----------- Nícolas "Pavarotti" Poloni--------- Lucas "Domingo" De Lellis -------- Thiago "Carreras" Nestor -----------

terça-feira, 16 de março de 2010

Só coisa bonita de quem não tem o que fazer.

* Eu gosto de tomate, a Volksvagem
* Eu gosto do pernalonga o Marcelo Tas
* Gosto do Bahuan, o Tim Maia
* Eu como camarão, o presidente Lula.
* Eu gosto da Ivete Sangalo, o Brad Pitty.
* Eu disse credo, o Oswaldo Cruz.
* Que Deus olhe por mim e que Celso Portiolli.
* Eu tenho tigre, a Nara Leão.
* Tem gente gente que fala de morte, o Capitão Nascimento.
* Eu gosto de Chapolin, o Hugo Chávez
* Eu prefiro ônibus. O James Bond.
* Você escreve, enquanto eu e a Ruth Lemos.
* Meu colar é comprado, o da Nelly Furtado.
* Em mim não dói, mas no Godoy.
* Eu lavo o cabelo com Seda, o Eric Johnson.
* Adoro comer maçã, a Dani Bananinha.
* Eu durmo tarde, mas o Seu Madruga.
* Yo no hablo español múy bién, pero Galvão Bueno.
* Vou comprar um Passat, o Joel Santana.
* Eu tenho uma casa pequena. O Carlos Casagrande.
* Eu prefiro ciclone, a Hilda Furacão e o Tony Tornado.
* Gosto de comer torresmo, o Kevin Bacon.
* Eu queria me chamar Francisco, o Erasmo Carlos.
* Eu crio foca, o Paulo Morsa.
* Eu adoro chiclete, o Carlinhos Bala.
* A Maria é da cidade, o Martinho da Vila e a Vanessa da Mata.
* Você faria papel de trouxa? O Reginaldo Faria.
* Eu escovo os dentes 3 vezes ao dia. O Joãozinho Trinta.
* Eu gosto de chá gelado. O Clark Kent.
* Eu prefiro tubarão. A Cláudia Raia.
* Eu como carne, o Felipe Massa.
* Eu prefiro Bom Bril, o Bob Esponja.
* Eu conto meses, a Cameron Diaz.
* Eu fujo. O Chiquinho Scarpa.
* Eu uso telefone convencional. O Édson Celulari.
* Eu acordo mais tarde do que deveria e o Edir Macedo.
* Geralmente, para pintar, uso Tigre, Rick Renner.
* Eu uso Havaianas, a Tomb Raider.
* Sempre gostei mais do Taffarel, o Caetano Veloso.
* Eu abasteço com gasolina, o Vin Diesel.
* Eu não vou furar! O Juca Kfouri!
* Eu prefiro Sandy, o Caio Júnior.
* O cartucho de minha impressora é "Black", mas a do Fernando "Collor".
* Eu limpo com sabão. A Maria Cândida.
* Eu tomo Biotônico Importado. O Ary Fontoura
* Eu encho o balde. O Valderrama!
* João era pipoqueiro, o Zeca Baleiro.
* Eu vou ao Shopping, o Walter Mercado.
* Eu estou escrevendon, o John Lennon.
* Na minha casa tem piscina, vem Canadá.


Esse post é uma reprodução do tudobizarro.net.
Abrassssss

quinta-feira, 11 de março de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Cães não vão para o céu


Fatídico dia, quando a resposta à falta do que fazer me levou à igreja. Devo dizer, porém, que não fui de livre e espontânea vontade, mas resolvi atender aos pedidos (sendo bastante eufemístico) de minha avó e aos olhares desaprovadores de meu avô. Não custa nada, me disseram. Custa, queridos vovô e vovó, custa tempo e paciência. Enfim, desculpas e motivos à parte, a verdade é que estava lá, em pleno sábado à tarde, na igreja.

Parei à porta para tentar sentir o pouco ar refrescante que entrava por ela, enquanto meus avós se dirigiram aos bancos. Claro, queria fugir dos olhos deles também. A igreja lotou. Sabia que havia muita gente sem ter o que fazer, mas não pensei que essa seria a melhor opção para matar o tempo. De qualquer forma, todos se acomodaram, recebidos por uma canção do coral do bairro, até que o padre começou a falar.

De suas palavras, nada tenho a comentar. Todos sabemos que os padres são todos iguais: a mesma voz, o mesmo sotaque, as mesmas palavras estúpidas e a mesma cegueira vaticana. O que realmente me chamou a atenção foi o cão, magricelo e preto, que entrou na igreja. Posso estar enganado quanto ao sexo do animal, mas isso também não faz importância: apenas o que importou naquele dia foi a diferença de espécie.

Creio que, tentando fugir do calor provocado pelo sol forte daquela tarde, o costelento espécime canino adentrou à igreja buscando abrigo. Pensei, que lugar melhor para se refugiar do que a casa de Deus. O cão, de porte médio, entrou de orelhas baixas e com o rabo balançando, dois claros sinais de amistosidade. Rodeou algumas pessoas, cheirando-as rapidamente, até que se deitou e levou a pata traseira à orelha, iniciando um ataque às pulgas que provavelmente já haviam passado por ali e feito sua refeição. Sorri com a inocência e a benevolência do cão, mas ninguém foi cúmplice de meu sorriso. A bem da verdade, as pessoas o olhavam tortuosamente, afastando-se de nojo. Nesse exato momento, uma das “senhoras” (sendo educado, dessa vez) que, ao que parecia, ajudava nos afazeres ritualísticos da igreja, se aproximou a passos rápidos e, antes que o cão pudesse olhá-la, acertou-lhe um chute na bunda e fez um barulho com a boca com o intuito de expulsá-lo. O cão saiu correndo porta afora, enquanto a impiedosa senhora caminhava de volta a seu banco.

Penso que o chute foi, no mínimo, desnecessário. Aliás, acho que a expulsão de todo foi desnecessária. Ao menos, eu e o cão, naquela tarde quente e (in)fiel, aprendemos uma boa lição: cães não vão para o céu, afinal, parece que nem no lugar mais próximo disso que há na Terra eles podem ir.

São Francisco desaprovaria. Meus avós, creio que não.


Postado por Nícolas "Pavarotti" Poloni

sábado, 2 de janeiro de 2010

Beer or not to beer?

Todos sabemos como nós, homens de bem, ficamos quando estamos bêbados, entretanto, precisamos ter álcool no sangue para fazermos idiotices? Não
A resposta é não, nunca precisaremos de álcool para fazer uma legítima cagada.... Ninguém precisa nos avisar que não devemos tomar mijo (embora alguns tomem) e não tomamos. Mas não adianta nos falarem o que se deve ou não, pois se queremos fazer a merda, faremos a merda. Somos imbecis por natureza, é instinto do homem ser idiota.
O que nos difere dos animais é, além do polegar opositor (ilha das flores), a habilidade de raciocínio e comunicação. Não que os outros animais não consigam se comunicar mas, pela teoria só agem por instinto, assim como o nosso de fazer mongolices.
Aliás, talvez a mongolice seja algo que só aconteça conosco, detentores do raciocínio, e isso não é crítica, pelo contrário, agora posso dizer que é um dom. Qual o animal que destrói sua própria casa, arrasa sua própria família etc. Portanto, acabo aqui minhas considerações acerca desse assunto com um lindo vídeo feito por um grande amigo meu.
Abraço aos que leram isso e Flof.


http://www.youtube.com/watch?v=HC3L3xkJz38

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Alguns discos para ouvir antes de morrer.


Bom, inspirado no livro “1001 discos para ouvir antes de morrer”, resolvi eu criar uma lista, não de 1001 discos, até porque acho que eu não ouvi tantos discos bons assim, mas de alguns discos que eu considero interessantes para serem ouvidos antes de morrer. Começo com um disco que, confesso quando me foi apresentado, gerou uma resistência muito grande, porém depois de algumas audições com menos resistência e uma maior atenção percebi o real valor dele. O disco que está em questão, e abre a minha lista, é “Clandestino” (1998) do cantor franco-galês Manu Chao. Quem quisesse resumir em uma só palavra o Cd, encontrá-la-ia perfeitamente na palavra mistura. E essa mistura se deve, não só ao caráter musical, onde Manu mistura sons captados em suas viagens pela América Latina e África, mas também pelo mix de línguas utilizadas nas letras. Com canções em espanhol, francês (suas línguas maternas) os fãs já estavam habituados, porém Manu inova na canção “Minha Galera”, onde lista uma série de palavras em português que lhe chamavam muito a atenção. Manu Chao é no mínimo intrigante e merece ser ouvido com um pouco mais de atenção. Para os mais curiosos segue o link do cd para download.

http://nobrasil.org/0862-manu-chao-clandestino/

Postado por Thiago "Carreras" Nestor